A Jornada das Colheres utiliza a metáfora das “colheres” como unidades de energia disponíveis ao longo do dia para refletir sobre escolhas, relações, comunicação e autocuidado. O livro convida o leitor a abandonar a lógica da força de vontade ilimitada e assumir uma postura mais consciente, respeitosa e estratégica em relação à própria energia.
Ao longo da obra, o leitor é conduzido a reconhecer:
Que energia não é igual para todos;
Que comunicação, ajuda excessiva e culpa também consomem colheres;
Que autocuidado não é luxo, mas gestão responsável de si;





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